sexta-feira, 6 de julho de 2012

Forças armadas brasileiras.

Forças Armadas do Brasil no Haiti - Brazilian Army in Haiti

Militares mortos no Haiti são agraciados com a Medalha do Pacificador co...

A Volta Dos Nossos Heróis

Eles dedicaram suas vidas a uma guerra sem tiros e barbáries, em que os principais inimigos são a fome, a injustiça e a miséria em seu estado mais bruto

Yan Boechat

chamada.jpg
RETORNO
Caixão com corpo de militar morto no Haiti desembarca em Brasília
Faltavam três minutos para as oito horas da noite da quarta-feira 20 quando o avião Hércules C-130 da Força Aérea Brasileira tocou a pista do Aeroporto de Brasília, trazendo os corpos dos 18 militares brasileiros vítimas do terremoto que devastou o Haiti pouco mais de uma semana antes, causando a maior tragédia humanitária já enfrentada pela Organização das Nações Unidas. As cenas comoventes do desembarque dos caixões cobertos com a bandeira brasileira e carregados por soldados da Polícia do Exército lembravam a dura rotina com que os americanos se acostumaram ao longo de suas guerras das últimas décadas. Mas, ao contrário dos soldados americanos, os heróis militares brasileiros pereceram em uma guerra sem tiros, sem agressões e em que os inimigos eram a fome, a injustiça e a miséria em seu estado mais bruto. Cada um deles dedicou os últimos meses de sua vida a uma luta incansável – e não menos dura – para tentar recuperar uma nação destroçada por tragédias naturais e, principalmente, políticas. “As vidas dos militares brasileiros não foram perdidas em vão, elas demonstram a solidariedade do povo brasileiro aos haitianos”, disse à ISTOÉ o novo representante da ONU para o Haiti, o guatemalteco Edmont Mulet. Havia mais de 60 anos que o Brasil não assistia a cenas como essa. Desde a campanha da Força Expedicionária Brasileira na Itália na Segunda Guerra Mundial o País não perdia tantos militares em ação de uma só vez. Nas batalhas de 1944 e 1945, 460 soldados brasileiros caíram diante das balas alemãs – delas participaram cerca de 25 mil militares. Dessa vez, foram 18 mortos de um total de 1,1 mil homens em ação no Haiti.
h-herois-04-ie-2098.jpg
DOR
Orgulho e tristeza misturam-se no último adeus aos soldados mortos
Apesar das diferenças profundas entre uma operação e outra, o percentual de baixas foi praticamente o mesmo, algo como 2%. Em seu discurso durante a homenagem prestada na Base Aérea de Brasília, na quinta-feira 21, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sintetizou a dimensão das perdas no Haiti. “A história confirmará que o sacrifício de nossos heróis e a dor de suas famílias não terão ocorrido em vão”, disse o presidente, com a voz bastante embargada diante dos 18 caixões cobertos com a bandeira nacional e sob os olhares de colegas, pais, irmãos, filhos e viúvas. Contrariando a injusta tradição brasileira de não valorizar seus heróis, o governo agiu de forma rápida e contundente para que os militares perdidos no Haiti recebessem as honras a quem têm direito. Além do presidente, da primeira-dama, Marisa Letícia, e dos comandantes das Forças Armadas, quase todos os ministros de Estado compareceram à Base Aérea de Brasília para dar o último adeus aos militares mortos. Os chefes do Legislativo, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), também compareceram à cerimônia, assim como o representante máximo do Judiciário, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes. As honras também não ficaram apenas no simbolismo. Além de elevar a patente de cada um dos militares mortos, o governo decidiu que indenizará as famílias em R$ 500 mil. Além disso, os dependentes estudantes receberão uma bolsa de um salário mínimo até completarem 24 anos.
h-herois-02-ie-2098.jpg
HOMENAGEM
Lula condecora cada um dos heróis brasileiros com a Medalha do Pacificador
E, como não poderia deixar de ser, todos foram condecorados com a Medalha do Pacificador, a maior honraria do Exército Brasileiro em tempos de paz. “As palavras se tornam frágeis diante da brutalidade dos fatos”, afirmou Lula. Perdas de homens como esses, destemidos e dedicados a enfrentar as dificuldades atrozes no único intuito de tentar fazer com que a vida de outras pessoas se torne melhor, são, sem dúvida, irreparáveis. Mas tanto as famílias de cada um deles quanto o próprio País podem amenizar a dor que agora sentem por saber que todos morreram fazendo o que realmente queriam fazer. Apesar das patentes distintas, das origens diferentes e das especialidades únicas de cada um, todos que padeceram sob os escombros haitianos tinham um sentimento comum: estavam ali realizando uma missão da qual tinham orgulho. “Embasado em seu desejo de um mundo mais justo, aceitou com orgulho sua última e mais brilhante missão junto ao sofrido povo haitiano”, declarou, em uma nota, a família do tenente- coronel Marcus Vinicius Macedo Cysneiros. Na quinta-feira 21, dia em que o corpo de Marcus Vinicius desembarcava em Brasília, um grupo de 130 brasileiros embarcava para o Haiti para continuar a missão do tenente-coronel. Mesmo diante da dor da perda de tantos colegas no mesmo local para onde estavam seguindo, o espírito dos militares em nada se diferenciava daquele que manteve Marcus e os outros 17 militares por tantos meses no Haiti. “O sentimento agora se mistura.
h-herois-05-ie-2098.jpg
BRAVURA
A missão brasileira continua no Haiti
Logicamente a gente deixou os familiares em casa preocupados, mas, ao mesmo tempo, vem o sentimento de ajuda e de saber que nós podemos dar uma parcela de contribuição para o povo haitiano”, disse o cabo Rogério Carneiro poucos momentos antes de embarcar no Boeing KC-137 que o levaria da Base Aérea do Galeão, no Rio, para Porto Príncipe. Diante de tanta dor e, ao mesmo tempo, de tanto entusiasmo daqueles que partiam, há apenas uma certeza: de fato, eles não morreram em vão.
Fonte: Isto é Independente

quinta-feira, 5 de julho de 2012

É um pássaro? É um avião? É o inimigo!




Não é um disco voador, mas um avião de guerra utilizado pelo exército dos EUA em testes na Califórnia. Ele voou em um curso pela primeira vez e ainda vai melhorar bastante.

O principal ponto do X-47B é a aerodinâmica, mas como ainda faltam muitos detalhes no protótipo, como recolher as rodas, ela ainda não foi testada como se deve. Enquanto isso, evolui aos poucos. Ele será utilizado especialmente em missões que exijam velocidade e controle.
O avião também terá controle de barulho, mas, por ser um projeto um tanto secreto do exército, não temos muitas informações. O importante é saber que, se você vir uma nave dessas do céu, não é hora de fazer contato: é hora de achar um abrigo seguro.


Read more: http://apocalink.blogspot.com/2011/10/e-um-passaro-e-um-aviao-e-o-inimigo.html#ixzz1zmvNraAz

As Modernas tecnologias militares

As tecnologias militares que vão invadir o mercado em breve

Fonte da imagem: Raytheon
Em 2011, os Estados Unidos pretendem investir pouco mais de US$ 405 bilhões em tecnologias militares. O valor é considerado abusivo por muitos, afinal, investimentos em tecnologias que, muitas vezes, têm como principal finalidade a destruição em massa não são exatamente a maneira mais nobre dispender dinheiro.
Entretanto, todo esse volume de investimentos não é destinado única e exclusivamente para a criação de novas máquinas de guerra. Muitas das pesquisas desenvolvidas por instituições militares acabam indo parar nas indústrias de eletroeletrônicos e, consequentemente, são transformadas em novos produtos e utilidades para o cotidiano do cidadão comum.
Muito do que foi desenvolvido pela NASA, Agência Espacial Norte-Americana, órgão governamental dos EUA, é utilizado no dia a dia pelos usuários.
Mas o que vem sendo desenvolvido atualmente que pode influenciar diretamente nos próximos aparelhos disponíveis no mercado? Conheça em detalhes algumas das principais tecnologias que vão pintar para o consumidor em breve e outras que ainda não têm previsão de chegada, mas que certamente fariam sucesso junto ao público.

Armadura facial

Fonte da imagem: Blanddesign
Embora os soldados estejam sempre bem equipados e por baixo dos seus uniformes exista uma espécie de colete à prova de balas como proteção, algumas regiões do corpo ficam naturalmente mais expostas, como a cabeça e, em especial, os olhos. Um impacto, ainda que não atravesse o capacete de um militar, pode ser fatal.
Pensando nisso o exército norte-americano desenvolveu uma espécie de armadura facial. Chamada Predator Facial Armor, trata-se de um capacete de alta resistência, com proteções especiais para a mandíbula, olhos, nariz e boca. Além disso, a parte interna do capacete funciona como um suporte, impedindo que, em caso de impacto, a cabeça não sacuda com o impacto.
Como complementos tecnológicos, a Predator Facial Armor conta com radar 360 graus, com indicação de alvos móveis e tela display para exibição de informações como mapas, posicionamento de outros soldados e integração computadorizada com algumas armas.
Para uso cotidiano, capacetes como esses podem ser adaptados para uso em atividades esportivas ou mesmo na construção civil, em que a segurança e a possibilidade de acesso rápido a informações visuais podem se tornar grandes diferenciais de produtividade e integração.

Telas OLED flexíveis de pulso

Fonte da imagem: Universal Display Corporation
Se os celulares e smartphones substituíram em grande escala os relógios de pulso, no futuro é possível que o ciclo se inverta e os displays flexíveis possam se configurar na nova geração de relógios. Outra tecnologia desenvolvida dentro do exército norte-americano, exibida pela primeira vez na CES 2009, está em fase de testes nas forças armadas.
O aparato foi criado em parceria com a Universal Display Corporation. Trata-se de uma pulseira com tela OLED, com tela de 4,3 polegadas e resolução de 320 x 420 pixels, capaz de exibir os mais variados tipos de informação, de modo similar ao funcionamento de um smartphone.
Não há informações ainda sobre qual é o sistema operacional utilizado pelo produto nem quando ele poderá deixar de ser uso exclusivo das forças armadas. Entretanto, em tempos de popularização dos tablets, nada mais justo que pensarmos em algum dispositivo similar adaptado ao pulso.

Máquina de glóbulos vermelhos

Fonte da imagem: DARPA
Os glóbulos vermelhos têm a importante função de transportar o oxigênio aos tecidos. Em caso de um sangramento, a perda deles em grandes quantidades pode significar um resultado fatal para o paciente. A DARPA – Agência de Defesa Avançada em Projetos de Pesquisa - colocou em desenvolvimento uma máquina chamada Arteryocite, capaz de produzir glóbulos vermelhos para garantir um suprimento de vida ao paciente ferido.
Baseado num sistema de nanofibras, chamado NANEX, a máquina permite produzir tais células sem que, para isso, seja preciso dispor de um doador. O equipamento utiliza sangue de cordões umbilicais para gerar os novos glóbulos vermelhos, mas a DARPA não divulgou, exatamente, como o processo de transformação funciona.


Uniformes autossuficientes com energia solar


Fonte da imagem: UK Army
Combinando células fotovoltaicas com aparatos termoelétricos, o exército britânico deve apresentar em 2013 uma nova espécie de uniforme, capaz de utilizar a energia solar como elemento de recarga para diversos dispositivos vinculados à roupa.
Além de absorver luz a partir do espectro eletromagnético, o novo uniforme diminui as possibilidades de detecção por meio de raios infravermelhos. Para garantir o funcionamento durante 24 horas, o uniforme armazena parte da energia capturada durante o dia para que seja utilizada à noite, quando praticamente não há novas possibilidades de recarga.
Com o desenvolvimento da tecnologia, é possível que nos próximos anos surjam outros tipos de roupas também capazes de capturar energia solar, servindo para recarregar gadgets, smartphones e outros dispositivos removíveis que requeiram energia.

Miniveículo aéreo para checar radiação

T-Hawk (Fonte da imagem: Honeywell)
O desastre ocorrido nas usinas nucleares japonesas, em virtude do terremoto e do tsunami no mês de março, colocou o governo e a população em estado de alerta. Os níveis de radiação subiram acima do esperado e, para constatar dados referentes ao problema, o exército japonês utilizou um equipamento desenvolvido em suas pesquisas.
O Honeywell T-Hawk pode fazer qualquer tipo de aproximação aérea e voos monitorados, tendo como objetivo um ponto-alvo. Com isso, o equipamento pôde medir com precisão as áreas contaminadas, dispensando a presença de pessoas no local.

A verdadeira guerra tecnológica

Embora seja natural que a maioria das pessoas tenha a opinião de que investir em equipamentos bélicos não seja a melhor saída para, de fato, melhorar a vida no planeta, historicamente o desenvolvimento tecnológico mostra o contrário. Boa parte das tecnologias que utilizamos hoje surgiu de verbas de investimento em unidade militares de pesquisa.
Contudo, há que se mensurar até que ponto um produto ou uma tecnologia é mais benéfica para a humanidade do que prejudicial. Há muito potencial para novas ideias e, em se tratando de investimentos, esse é um setor que raramente precisa se preocupar com problemas de orçamento. Será que as tecnologias militares serão as responsáveis pela paz e pelo bem-estar no futuro?



Read more: http://apocalink.blogspot.com/2011/04/as-tecnologias-militares-que-vao.html#ixzz1zmqnNVbj

A Arte de Enganar

Nas guerras antigas, como nas modernas, enganar o inimigo com informações falsas muitas vezes pode ser decisivo. Nas fotos abaixo, modelos de tanques e blindados infláveis que são usados para enganar satélites e aviões de reconhecimento, sobre o real posicionamento e quantidade de forças terrestres.




Fonte: Forças Terrestres
BY Tali Aaron : 11 de outubro

Militares dos EUA, levando a adoção de energias renováveis

Militares dos Estados Unidos, com sucesso, empurrando para a frente com planos para expandir o uso de energias renováveis, incluindo biocombustíveis e portátil solar                                            

military renewable energy - portable solar computer charger


Embora o Congresso tem sido até agora sem êxito no passando uma conta de energia e muitos projectos de energias renováveis em diversos Estados permaneceram paralisados, a burocracia, uma Agência sob jurisdição federal com êxito é empurrar para a frente com planos para expandir seu uso de energia renovável: os militares dos EUA. Na semana passada, 150 fuzileiros navais trouxeram equipamento ecológico para a província de Helmand do Afeganistão, incluindo portáteis painéis solares, escudos de energia solar tenda que produzem eletricidade e aquecimento e carregadores solares para computadores. Os militares dos EUA está cada vez mais a tentar libertar-se da necessidade de linhas de combustível, e espera-se que a tecnologia de energia renovável é a resposta.
u.s. military renewable energy - portable solar panel

Nos últimos anos, os militares dos EUA estão cada vez mais investidos em  utilizar fontes de energia renováveis, principalmente porque ele está operando atualmente em muitas áreas distantes e remotas. Em lugares como Afeganistão e Iraque, o combustível é caro para enviar e perigoso para transporte. Os comboios são frequentemente atacados, e um estudo estimou que, em média, para todos os comboios de combustível de 24, uma pessoa é morta.


u.s. military renewable energy - solar tent
Além disso, as energias renováveis ajuda a economizar o dinheiro militar. No ano passado, os militares e.u. introduziu um navio de assalto anfíbio híbrido que salvo 900.000 litros de combustível em sua viagem inaugural de Mississippi para San Diego. Os militares dos EUA também está planejando ter toda a sua força aérea frota capaz de rodar com biocombustível por 2011.