sábado, 27 de julho de 2019

ANIVERSÁRIO DA 13ª BDA INF. MTZ

PARABÉNS 13ª BRIGADA PELO SEU ANIVERSÁRIO. NAS FOTOS CAPITÃO ALMEIDA, TENENTE JERRY E NAS DEMAIS NOSSO COMANDANTE GENERAL HERZER COM CORONEL VLADIMIR CHEFE DO ESTADO MAIOR.


terça-feira, 2 de julho de 2019

Boeing trabalha em avião hipersônico

Imagem de: Boeing trabalha em avião hipersônico capaz dar 1 volta na Terra em 6 horas

Boeing trabalha em avião hipersônico capaz dar 1 volta na Terra em 6 horas


Boeing anunciou durante a SciTech — uma feira dedicada a tecnologia aeroespacial que aconteceu em Orlando, EUA — um novo projeto de aeronave militar teoricamente capaz de voar a mais de 6.100 km/h. Estamos falando aqui de velocidades equivalentes ou superiores a Mach 5, cinco vezes a velocidade do som. Em termos práticos, seria possível dar uma volta completa na Terra com ele em apenas 6,5 horas e mais alguns minutos, dependendo do tempo necessário para aceleração até Mach 5.
Ainda é cedo para ter um design finalizado para o veículo
O projeto de avião hipersônico está em fase de desenvolvimento, por isso ainda não existe um protótipo funcional. O que a companhia mostrou no evento foi apenas um modelo do que poderia vir a ser o design final do avião. Vale destacar, entretanto, que Kevin Bowcutt, cientista líder de projetos hipersônicos na Boeing, explicou que ainda é cedo para ter um design finalizado para o veículo.
O interessante desse projeto, é o seu sistema de propulsão. O avião usaria turbinas tradicionais para chegar até Mach 3 e, a partir daí, um novo formato de propulsão seria ativado. Isso acontece porque em velocidades equivalentes a Mach 3 ou superiores, a pressão do ar na entrada das turbinas é tão grande que não se faz mais necessário o uso de hélices para forçar a entrada do ar nos “motores”. Dessa forma, um formato de turbina sem hélice entraria em ação, aumentando a velocidade do avião exponencialmente.
Desenvolver uma aeronave que decola, acelera através de Mach 1 e vai até Mach 5 ou mais é um problema realmente difícil
“Desenvolver uma aeronave que decola, acelera através de Mach 1 e vai até Mach 5 ou mais é um problema realmente difícil”, disse Bowcutt ao Aviation Week durante SciTech. “O impulso específico de um motor que respira ar diminui com velocidade crescente, portanto você precisa tonar a turbina maior para chegar até Mach 5. Mas fazer isso significa ter uma entrada de ar maior, bem como um bocal/saída maior, e chegar a Mach 1 dessa forma é mais difícil”, explicou.
Por conta disso, o avião precisa de um sistema de propulsão combinado. Um formato faz a aeronave decolar e acelerar até metade do caminho e, quando não consegue mais ser efetivo, o segundo modelo toma conta da situação. Não temos informações mais concretas, contudo, sobre a forma de alternância entre esses dois formatos.

Boeing anunciou durante a SciTech — uma feira dedicada a tecnologia aeroespacial que aconteceu em Orlando, EUA — um novo projeto de aeronave militar teoricamente capaz de voar a mais de 6.100 km/h. Estamos falando aqui de velocidades equivalentes ou superiores a Mach 5, cinco vezes a velocidade do som. Em termos práticos, seria possível dar uma volta completa na Terra com ele em apenas 6,5 horas e mais alguns minutos, dependendo do tempo necessário para aceleração até Mach 5.
Ainda é cedo para ter um design finalizado para o veículo
O projeto de avião hipersônico está em fase de desenvolvimento, por isso ainda não existe um protótipo funcional. O que a companhia mostrou no evento foi apenas um modelo do que poderia vir a ser o design final do avião. Vale destacar, entretanto, que Kevin Bowcutt, cientista líder de projetos hipersônicos na Boeing, explicou que ainda é cedo para ter um design finalizado para o veículo.
O interessante desse projeto, é o seu sistema de propulsão. O avião usaria turbinas tradicionais para chegar até Mach 3 e, a partir daí, um novo formato de propulsão seria ativado. Isso acontece porque em velocidades equivalentes a Mach 3 ou superiores, a pressão do ar na entrada das turbinas é tão grande que não se faz mais necessário o uso de hélices para forçar a entrada do ar nos “motores”. Dessa forma, um formato de turbina sem hélice entraria em ação, aumentando a velocidade do avião exponencialmente.
Desenvolver uma aeronave que decola, acelera através de Mach 1 e vai até Mach 5 ou mais é um problema realmente difícil
“Desenvolver uma aeronave que decola, acelera através de Mach 1 e vai até Mach 5 ou mais é um problema realmente difícil”, disse Bowcutt ao Aviation Week durante SciTech. “O impulso específico de um motor que respira ar diminui com velocidade crescente, portanto você precisa tonar a turbina maior para chegar até Mach 5. Mas fazer isso significa ter uma entrada de ar maior, bem como um bocal/saída maior, e chegar a Mach 1 dessa forma é mais difícil”, explicou.
Por conta disso, o avião precisa de um sistema de propulsão combinado. Um formato faz a aeronave decolar e acelerar até metade do caminho e, quando não consegue mais ser efetivo, o segundo modelo toma conta da situação. Não temos informações mais concretas, contudo, sobre a forma de alternância entre esses dois formatos.

Força Aérea dos EUA vai usar drones

Imagem de: Força Aérea dos EUA vai usar drones com IA para auxiliar pilotos em combate

Força Aérea dos EUA vai usar drones com IA para auxiliar pilotos em combate


A Força Aérea dos EUA lançou um programa chamado Skyborg, onde pretende utilizar drones dotados de inteligência artificial para ajudar os pilotos a obter mais sucesso em suas missões. Ainda em sua fase inicial, o programa não formulou o que, exatamente, esses drones vão desempenhar, nem como eles vão fazer isso.
Na verdade, a Força Aérea emitiu um comunicado à impressa, informando que está realizando uma pesquisa junto à indústria tecnológica, para mapear as tecnologias disponíveis para esses equipamentos e criar um conceito de análise de operações para o programa.
Na prática, a organização está consultando especialistas, para ter uma noção do que os drones baseados em IA são capazes, além de realizar possíveis requisições.

No início de março (2019), o secretário assistente de aquisição, tecnologia e logística da Força Aérea, Will Roper, disse que o ideal é que os drones se tornem uma espécie de assistente para os pilotos, assim como o R2D2 é para o Luke Skywalker, se referindo à dupla do filme Guerra nas Estrelas.
Já no dia 15 de março, após uma solicitação de informações à Força Aérea, ela havia informado que espera que o sistema seja capaz de sinalizar sobre situações de risco para o piloto, evitem outras aeronaves, condições meteorológicas desfavoráveis e outros obstáculos, além de poder levantar voo e aterrissar de forma autônoma. Outra exigência é que o controle possa ser operado por pessoas sem qualquer experiência com esse tipo de equipamento, prevendo, talvez, uma situação de emergência.
A Força Aérea ainda pede que as empresas enviem partes separadas de arquitetura de voo. A ideia é que ela própria possa desenvolver dispositivos modulares e adaptáveis às diferentes situações. Sendo assim, dependendo da missão, o drone só seria equipado com os sensores úteis à ocasião. Isso o tornaria mais leve, ágil e ainda ajudaria a poupar bateria.
A organização pretende começar a testar protótipos do Skyborg em 2023.

Fontes

Drones são usados como armas

Imagem de: Drones são usados como armas por rebeldes Iêmen

Drones são usados como armas por rebeldes Iêmen


O Iêmen vive em estado de guerra desde 2015, com forças governamentais e rebeldes da milícia Houthi se enfrentando diariamente. Milhares de pessoas já morreram nesse conflito, que ainda envolve Irã e Arábia Saudita, e de acordo com o The Wall Street Journalesse número pode aumentar pelo fato de o segundo grupo usar drones como armas.
Segundo a publicação, oficiais sauditas afirmaram já terem derrubado mais de 140 drones e que essa tecnologia está evoluindo cada vez mais por ser empregada como arma ou objeto de rastreamento de área para o uso de ataque aéreo posteriormente.
“A tecnologia deles evoluiu rapidamente de pequenos drones para modelos com formatos de avião denominados como UAV-X pelos investigadores das Nações Unidas e que podem viajar mais de 1.400 quilômetros a 240 km/h”, diz o texto do jornal.

Ameaça crescente

Ainda conforme o WSJ, os Houthis vêm se tornando um dos grupos militares mais adeptos ao uso de drones e aparentemente estão recebendo apoio do Irã nesse sentido. Outro detalhe mencionado é que a própria organização rebelde já declarou ter usado esse tipo de equipamento em alguns de seus ataques, como o realizado em uma refinaria de petróleo em Riyadh, na Arábia Saudita.

Fontes

P600 AEW

P600 AEW: o primeiro jato militar da Embraer após fusão com a Boeing


P600 AEW foi apresentado no Salão Aeronáutico de Le Bourget, em Paris. A aeronave é o primeiro item com intuito militar fabricado pela Embraer Defesa e Segurança após a criação da Boeing Brasil — Commercial, empresa que surgiu em decorrência da compra da divisão comercial da Embraer.
O jato de alerta e inteligência foi desenvolvido com base na plataforma do Praetor 600. Compacto, ele conta com 8,7 mil km de alcance máximo na opção civil, mas é provável que a versão militar atinja algo em torno de 7,5 mil km devido ao peso dos equipamentos e sistemas.

Imagem de: P600 AEW: o primeiro jato militar da Embraer após fusão com a Boeing

Tecnologia na construção

De acordo com as informações divulgadas pela fabricante, a produção do avião será feita por meio de uma parceria com a companhia israelense Elta Systems, que será a responsável por entregar o vasto sistema eletrônico do modelo: sensores de inteligência, de vigilância e de coleta de informações e sistema eletrônico de quarta geração que conta, por exemplo, com radar de alerta antecipado ELM-2096.
Já a Embraer tomará conta da produção técnica do jato, dos sistemas de comunicação, dos recursos de terra e da integração de sistemas. A companhia destaca também que a configuração do acordo de cooperação será de um trabalho meio a meio entre as empresas envolvidas.
Outro ponto reforçado pela própria Embraer é que o modelo militar P600 AEW tem como foco um mercado que tem crescido nos últimos anos, o de aeronaves de inteligência, reconhecimento e vigilância. E isso é facilmente percebido quando avaliamos os investimentos em inteligência artificial feitos no jato e que permitirão comunicação por satélite, enlace de dados e recursos de guerra focados em rede (NCW).
Esse novo modelo conseguirá, por exemplo, realizar ações de monitoramento trazendo imagens de atividades aéreas em setores que estão fora da cobertura de radares terrestres, de forma a contribuir em missões de alerta antecipado, defesa, vigilância marítima, entre outros.

Fontes

terça-feira, 11 de junho de 2019

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

40 anos de história

 Cuiabá (MT) – Na noite 27 de julho,
a 13ª Brigada de Infantaria Motorizada realizou solenidade em comemoração aos seus 40° anos de história e tradições.
Essa data é especial para todos militares que passaram pela “Brigada Barão de Melgaço”.
O evento foi prestigiado por autoridades civis e militares.
Na ocasião houve a entrega de “Diplomas de Amigo da Brigada” para personalidades que demonstraram grande apreço e amizade com a Brigada Barão de Melgaço.
Após a Formatura houve uma demonstração dos Batedores do 13° Pelotão de Polícia do Exército e após, no Salão de Honra, a inauguração de uma placa em homenagem aos militares pioneiros da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada, placa descerrada pelos Cap QAO Refm Ailton Guimarães Santos e Cb Refm Jurandir Rodrigues da Silva.
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13ª BRIGADA DE INFANTARIA MOTORIZADA - VISITA DO COMANDANTE MILITAR DO OESTE

Cuiabá (MT) - Na manhã do dia 11 de julho
o Comandante Militar do Oeste, Gen Ex José Luiz Dias FREITAS, realizou uma visita à Guarnição de Cuiabá, em razão de sua despedida por ter sido nomeado para o Comando de Operações Terrestres.
O Comandante Militar do Oeste foi recebido pelo Comandante da Brigada, Gen Herzer, nesta ocasião, foi realizado uma formatura contendo tropas das unidades da guarnição.
Ao final, foram apresentadas as despedidas ao Comandante Militar do Oeste pelos integrantes desta Brigada, pelo Chefe da Delegacia Fluvial de Cuiabá e pelo Chefe do DTCEA.

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domingo, 18 de fevereiro de 2018

Quem são vocês ?

Policiais do Exército: Quem São Vocês?


Somos oriundos dos MP’s da Força Expedicionária Brasileira, nascidos para atuar no Teatro de Operações da Itália, com missões específicas para escoltar, proteger e realizar o policiamento em áreas de conflito, das muitas missões que os nossos pioneiros Policiais do Exército exerceram, estavam os severos bombardeios da artilharia inimiga durante os deslocamentos de comboios, enquanto o antigo PE realizava o balizamento.

Somos oriundos desses valorosos febianos que iniciaram a tradição do Braçal PE, mesmo inscrito MP, já denotavam que se tratava de uma tropa cujo os valores e a postura não deveria ser melhor, nem pior do que ninguém, deveria ser diferente.

A guerra acabou na Itália, mas a experiência brasileira com esta tropa especial foi sentida. Fato percebido por um dos grandes generais desse nosso Exército, Comandante da Infantaria Divisionária, General Zenóbio da Costa, o mesmo que tomou Monte Castelo, Colleccio, Fornovo e Montese. Percebeu a necessidade de se formar uma Tropa de Elite de Polícia do Exército em tempos de paz. Em 1946, nasce a 1ª Companhia de Polícia do Exército – Rio de Janeiro. Logo novos pelotões, companhias e Batalhões surgiram, haja vista a utilização destas tropas em operações da garantia da Lei e da Ordem. Além do Rio de Janeiro, em 1949 São Paulo, 1950 Pernambuco e Rio Grande do Sul e Brasília em 1960, estavam lançados à formação dos cinco Batalhões de Polícia do Exército do Brasil, encerrando este ciclo com a criação 8º BPE em Paraíso, São Paulo.


No decorrer destas décadas os integrantes destas Unidades de Polícia do Exército foram sendo recrutados de Estados como Santa Catarina e Paraná, dando origem a uma tradição “os lendários catarinas”, por seu porte físico e extrema disciplina. Esses efetivos percussores dos nossos Batalhões, continuaram a tradição de disciplina, postura, respeito, honra, dignidade e principalmente amor pelo Braçal PE e tudo que ele representa para o Brasil.

A Polícia do Exército se mantém firme nas suas convicções e na sua importância para manter os Poderes Constituídos da Nação brasileira sob qualquer circunstância.

Seus Veteranos, brasileiros que adquiriram e foram forjados nos valores da Polícia do Exército durante anos, estão, agora, se reunindo em um grande movimento nacional, associações de Brasília, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina estão se alinhando para traçar objetivos nacionais. O Brasil precisa disto, de pessoas valorosas para disseminar ações de resgate do amor pelo nosso país; ações práticas que visem engrandecer o Brasil.

 


Isso nos anima, pois é uma contraposição de uma sociedade que se organiza para mostrar aos parasitas que ainda há cidadãos brasileiros, munidos de valores pátrios e prontos para lutarem pela bandeira verde-amarela.
(Fonte: http://www.portalfeb.com.br)

Troca de Comando 2017


Cuiabá (MT) – Na manhã de 15 de dezembro, ocorreu a solenidade de passagem de Comando do 13º Pelotão de Polícia do Exército. O 1º Tenente de Infantaria Igor de Andrade Coelho passou o comando ao 1º Tenente de Infantaria Angelo Ferreira Rodrigues. A cerimônia foi presidida pelo General de Brigada, Fernando Dias Herzer, Comandante da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada. Estiveram presentes o Tenente-Coronel da Policia Militar Ronaldo Roque da Silva, Comandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais; Tenente-coronel Nilberti Viana Gramosa, Comandante do 44º Batalhão de Infantaria Motorizado; e convidados.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017


COM COMPRA DO BIMOTOR SHERPA, EXÉRCITO BRASILEIRO VOLTARÁ A TER AERONAVES DE ASAS FIXAS


Desde que a Força Aérea Brasileira foi criada, em 1941, o Exército Brasileiro deixou de ter aeronaves de asas fixas, ou seja, há 76 anos. A força, que foi a primeira do país a demonstrar interesse em aviões, voltará a contar com uma frota própria a partir de 2020. Em decisão proferida pelo Ministro do Exército, general Eduardo Villas Boas Correia, no Dia do Soldado (25 de agosto), serão adquiridos quatro bimotores turbo-hélice de transporte Short C-23B+ Sherpa que hoje encontram-se estocados pelo governo americano.
O objetivo do Exército é utilizá-los no transporte logístico na região Amazônica e assim obter independência da Aeronáutica, que hoje faz esse trabalho. Sem grandes recursos, a força optou por comprar aviões usados, fabricados há mais de três décadas, porém, tendo à frente cerca de 15 anos de vida útil.
As outras opções analisadas pelo país eram aviões novos como o Airbus C-212 (antigo CASA C-212), DHC-6 Twin Otter, Cessna Grand Caravan e o polonês PZL M-28. Já os Sherpa utilizados pelos americanos eram aviões de uso civil convertidos no final da década de 90 para a versão C-23B e que foram utilizados pela guarda nacional dos EUA até 2014, quando foram desmontados e estocados.
A ideia dos americanos, inclusive, era repassar 15 unidades, mas o Exército Brasileiro preferiu ter menos aeronaves a fim de preparar toda uma infraestrutura aérea antes de pensar na expansão da sua atuação. Os Sherpa serão baseados em Manaus que será preparada para recebê-los até 2020. Ainda não se sabe se os aviões precisarão de algum tipo de modernização ou adaptação para suas funções no Brasil.
O Sherpa é uma versão militar do avião de passageiros Short 360 criado pela fabricante Short Brothers da Irlanda do Norte em 1981. Foram produzidos pouco mais de 160 aeronaves até 1991 quando a fabricação foi encerrada. Ele pode transportar até 20 passageiros ou cerca de 4 toneladas de carga. Embora tenha uma capacidade de transporte de passageiros semelhante a do Bandeirante, o avião irlandês tem uma configuração mais adequada ao transporte militar, com asas altas e uma porta de carga traseira de grande área. Sua fuselagem retangular e mais volumosa também favorece essa atuação cargueira. Desde 1989, a Short Brothers é parte do grupo canadense Bombardier.
O interesse do Exército em voltar a ter seus próprios aviões é antigo e só não ocorreu antes porque a Aeronáutica detinha a exclusividade de operação de qualquer tipo de aeronave em ambiente terrestre até 1986. Foi quando o governo brasileiro decidiu permitir que o Exército pudesse operar helicópteros – a Marinha já havia obtido esse direito em 1965 e, mais tarde, em 1998, passou a ter seus aviões de asa fixa, o AF-1 Skyhawk, adquiridos para uso a bordo do porta-aviões São Paulo.
Enquanto isso, o Exército só voltou a considerar a opção há alguns anos e o projeto tomou corpo em 2014 com a divulgação do Plano Estratégico para o período de 2016 a 2019.
FONTE: UOL AIRWAI

terça-feira, 30 de maio de 2017

LIMITE ZERO


Dois anos atrás, eu ouvi sobre um terapeuta no Havaí que curou uma ala completa de pacientes criminosos insanos - sem nunca ver nenhum deles. O psicólogo estudaria a ficha de um preso e então olharia dentro de si mesmo para ver como ele criou a doença dessa pessoa. Como ele melhorou a si mesmo, o paciente melhorou.

Quando eu ouvi esta história, eu pensei que era uma lenda urbana. Como alguém poderia curar alguém se curando? Como poderia até o melhor mestre de auto-aperfeiçoamento curar o criminoso insano?

Não faz sentido. Não era lógico, então eu descartei a história.

No entanto, eu o pesquisei novamente um ano depois. Ouvi dizer que o terapeuta tinha usado um processo de cura havaiano chamado ho 'oponopono. Eu nunca tinha ouvido falar dele, mas eu não podia deixá-lo sair da minha mente. Se a história era verdade, eu tinha que saber mais.

Eu sempre entendi "responsabilidade total" para significar que eu sou responsável pelo que penso e faço. Além disso, está fora das minhas mãos. Acho que a maioria das pessoas pensa em responsabilidade total dessa maneira. Somos responsáveis ​​pelo que fazemos, não pelo que os outros fazem. O terapeuta havaiano que curou aqueles doentes mentais me ensinaria uma nova perspectiva avançada sobre a responsabilidade total.

Seu nome é Dr. Ihaleakala Hew Len. Nós provavelmente passamos uma hora falando em nosso primeiro telefonema. Eu pedi a ele para me contar a história completa de seu trabalho como terapeuta. Ele explicou que ele trabalhou no Hospital Estadual do Havaí por quatro anos. Aquela ala onde eles mantinham os criminosos insanos era perigosa. Psicólogos saiam mensalmente. As pessoas passavam por aquela ala com as costas contra a parede, com medo de serem atacadas por pacientes. Não era um lugar agradável para viver, trabalhar ou visitar.

O Dr. Len disse-me que nunca viu pacientes. Ele concordou em ter um escritório e rever seus arquivos. Enquanto olhava para aqueles arquivos, ele trabalhava em si mesmo. Como ele trabalhou em si mesmo, os pacientes começaram a curar.

"Depois de alguns meses, os pacientes que tinham que ser algemados estavam sendo autorizados a andar livremente", disse ele. "Outros que tinham que ser fortemente medicados estavam tirando seus remédios, e aqueles que não tinham nenhuma chance de serem libertados estavam sendo libertados".
Eu estava maravilhado.

"Não só isso", prosseguiu, "mas o pessoal começou a gostar de trabalhar, o absentismo e o volume de problemas desapareceram, terminamos com mais pessoal do que precisávamos porque os pacientes estavam sendo libertados e todo o pessoal estava aparecendo para trabalhar.  Hoje, essa ala está fechada. "

Isto é onde eu tive que fazer a pergunta do milhão de dólares: "O que você estava fazendo dentro de si mesmo que causou a essas pessoas a mudança?"

"Eu simplesmente estava curando a parte de mim que os criou", disse ele.

Eu não entendi.

Dr. Len explicou que a responsabilidade total pela sua vida significa que tudo em sua vida - simplesmente porque está em sua vida - é sua responsabilidade. Em um sentido literal o mundo inteiro é sua criação.

Isso é difícil de engolir. Ser responsável pelo que eu digo ou faço é uma coisa. Ser responsável pelo que todos na minha vida diz ou faz é completamente outro. No entanto, a verdade é esta: se você assumir completa responsabilidade por sua vida, então tudo o que você vê, ouve, prova, toca, ou de qualquer forma a experiência é sua responsabilidade porque está em sua vida.

Isso significa que a atividade terrorista, o presidente, a economia - tudo o que você experimenta e não gosta - é para você curar. Eles não existem, de uma maneira de falar, exceto como projeções de dentro de você. O problema não é com eles, é com você, e para mudá-los, você tem que mudar você.

Eu sei que isso é difícil de entender, muito menos aceitar ou realmente viver. A culpa é muito mais fácil do que a responsabilidade total, mas como eu falei com o Dr. Len, comecei a perceber que a cura para ele e em ho 'oponopono significa amar a si mesmo. 

Se você quer melhorar sua vida, você tem que curar sua vida. Se você quer curar alguém - mesmo um criminoso mentalmente doente - você o faz curando o.

Perguntei ao Dr. Len como ele foi se curando. O que ele estava fazendo exatamente quando olhou para os arquivos dos pacientes?

"Eu apenas continuei dizendo, 'sinto muito' e 'eu te amo' uma e outra vez," ele explicou.
É isso aí?
É isso aí.

Acontece que amar a si mesmo é a melhor maneira de melhorar a si mesmo, e como você melhorar a si mesmo, seu mundo melhora.  Deixe-me dar-lhe um exemplo rápido de como isso funciona: um dia, alguém me enviou um e-mail que me perturbou. No passado eu teria lidado com isso trabalhando em meus botões emocionais quente ou tentando raciocinar com a pessoa que enviou a mensagem desagradável. 

Desta vez, decidi tentar o método do Dr. Len. Fiquei silenciosamente dizendo: "Sinto muito" e "Eu te amo", eu não disse isso a ninguém em particular. Eu estava simplesmente evocando o espírito de amor para curar dentro de mim o que estava criando a circunstância externa.

Dentro de uma hora recebi um e-mail da mesma pessoa. Ele se desculpou por sua mensagem anterior. Tenha em mente que eu não tomei qualquer ação externa para obter esse pedido de desculpas. Eu nem sequer o escrevi de volta. No entanto, ao dizer "Eu te amo", eu de alguma forma quando curei dentro de mim acabei curando ele.

Mais tarde, participei de um seminário de hoponopono dirigido pelo Dr. Len. Ele agora tem 70 anos, é considerado um xamã avô, e é um tanto recluso. Ele elogiou meu livro, O Factor Atractor. Ele me disse que, enquanto eu me aprimoro, a vibração do meu livro aumentará, e todo mundo sentirá quando a lerem. Em suma, como eu melhorar, meus leitores vão melhorar.

"E os livros que já estão vendidos e lá fora?" Eu perguntei.
"Eles não estão lá fora", ele explicou, mais uma vez soprando minha mente com sua sabedoria mística. - Eles ainda estão em você.
Em suma, não há lá fora.

Seria preciso um livro inteiro para explicar essa técnica avançada com a profundidade que merece. Basta dizer que sempre que você quer melhorar qualquer coisa em sua vida, há apenas um lugar para olhar: dentro de você.


"Quando você olha, faça com amor."



compre o livro em uma livraria em sua cidade ou leia e baixe através do link:

http://amyoga.com.br/wp-content/uploads/VitaleJoe-LIMITE_ZERO.pdf


Pessoalmente achei SENSACIONAL este livro.

Gratidão

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Datas comemorativas Fev


01 . Dia do Publicitário
02 · Dia do Agente Fiscal
02 · Dia de Iemanjá
05 · Dia do Datiloscopista
07 · Dia do Gráfico
09 · Dia do Zelador
10 . Dia do Atleta Profissional
11 · Dia Mundial do Enfermo
14 · Dia da Amizade
16 · Dia do Repórter
19 · Dia do Esportista
21 · Dia da Conquista do Monte Castelo (1945)
21 . Carnaval
21 · Data Festiva do Exército
22. Dia do Auxiliar de Serviços Gerais
23 · Dia do Rotaryano
24 · Promulgação da 1ª Constituição Republicana (1891)
25 · Dia da criação do Ministério das Comunicações
27 · Dia do Agente Fiscal da Receita Federal
27 . Dia Nacional do Livro Didático

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Segredos de Estado

Forças de Operações Especiais dos Estados Unidos - History Channel HD




Comando de Operações Especiais dos Estados Unidos (em inglês: United States Special Operations Command - USSOCOM ou SOCOM) é o Comando Combatente Unificado (em inglês: Unified Combatant Command) encarregado de supervisionar as várias operações dos comandos de forças especiais que fazem parte do Exército, da Força Aérea, da Marinha e dos Fuzileiros Navais das Forças Armadas dos Estados Unidos. O comando é parte do Departamento de Defesa. O USSOCOM está sediado na Base da Força Aérea MacDill, em Tampa, na Flórida.

A ideia de um comando unificado de operações especiais teve suas origens após a Operação Eagle Claw, uma desastrosas tentativa de resgate de reféns na embaixada estadunidense em Teerã, no Irã, em 1980. A investigação que se seguiu, presidido pelo almirante James L. Holloway III, um chefe aposentado de Operações Navais, citou a falta de comando, controle e coordenação inter-serviços como fatores importantes no fracasso dessa missão. Desde a sua ativação em 16 de abril de 1987, o Comando de Operações Especiais tem participado de muitas operações, desde a invasão do Panamá, em 1989, até a atual guerra global contra o terrorismo.

O USSOCOM conduz diversas missões secretas e clandestinas, tais como a ação direta, reconhecimento especial, contraterrorismo, defesa interna estrangeira, guerra não convencional, guerra psicológica, assuntos civis e operações de combate às drogas. Cada ramo tem um Comando de Operações Especiais que é o único e capaz de executar suas próprias operações, mas quando as diferentes forças de operações especiais precisam trabalhar juntas para uma missão, o USSOCOM torna-se o comando componente comum da operação, em vez de um comando de um ramo específico das forças armadas do país