sexta-feira, 13 de setembro de 2019
quarta-feira, 7 de agosto de 2019
sábado, 27 de julho de 2019
terça-feira, 2 de julho de 2019
Boeing trabalha em avião hipersônico

Boeing trabalha em avião hipersônico capaz dar 1 volta na Terra em 6 horas
A Boeing anunciou durante a SciTech — uma feira dedicada a tecnologia aeroespacial que aconteceu em Orlando, EUA — um novo projeto de aeronave militar teoricamente capaz de voar a mais de 6.100 km/h. Estamos falando aqui de velocidades equivalentes ou superiores a Mach 5, cinco vezes a velocidade do som. Em termos práticos, seria possível dar uma volta completa na Terra com ele em apenas 6,5 horas e mais alguns minutos, dependendo do tempo necessário para aceleração até Mach 5.
Ainda é cedo para ter um design finalizado para o veículo
O projeto de avião hipersônico está em fase de desenvolvimento, por isso ainda não existe um protótipo funcional. O que a companhia mostrou no evento foi apenas um modelo do que poderia vir a ser o design final do avião. Vale destacar, entretanto, que Kevin Bowcutt, cientista líder de projetos hipersônicos na Boeing, explicou que ainda é cedo para ter um design finalizado para o veículo.
O interessante desse projeto, é o seu sistema de propulsão. O avião usaria turbinas tradicionais para chegar até Mach 3 e, a partir daí, um novo formato de propulsão seria ativado. Isso acontece porque em velocidades equivalentes a Mach 3 ou superiores, a pressão do ar na entrada das turbinas é tão grande que não se faz mais necessário o uso de hélices para forçar a entrada do ar nos “motores”. Dessa forma, um formato de turbina sem hélice entraria em ação, aumentando a velocidade do avião exponencialmente.
Desenvolver uma aeronave que decola, acelera através de Mach 1 e vai até Mach 5 ou mais é um problema realmente difícil
“Desenvolver uma aeronave que decola, acelera através de Mach 1 e vai até Mach 5 ou mais é um problema realmente difícil”, disse Bowcutt ao Aviation Week durante SciTech. “O impulso específico de um motor que respira ar diminui com velocidade crescente, portanto você precisa tonar a turbina maior para chegar até Mach 5. Mas fazer isso significa ter uma entrada de ar maior, bem como um bocal/saída maior, e chegar a Mach 1 dessa forma é mais difícil”, explicou.
Por conta disso, o avião precisa de um sistema de propulsão combinado. Um formato faz a aeronave decolar e acelerar até metade do caminho e, quando não consegue mais ser efetivo, o segundo modelo toma conta da situação. Não temos informações mais concretas, contudo, sobre a forma de alternância entre esses dois formatos.
A Boeing anunciou durante a SciTech — uma feira dedicada a tecnologia aeroespacial que aconteceu em Orlando, EUA — um novo projeto de aeronave militar teoricamente capaz de voar a mais de 6.100 km/h. Estamos falando aqui de velocidades equivalentes ou superiores a Mach 5, cinco vezes a velocidade do som. Em termos práticos, seria possível dar uma volta completa na Terra com ele em apenas 6,5 horas e mais alguns minutos, dependendo do tempo necessário para aceleração até Mach 5.
Ainda é cedo para ter um design finalizado para o veículo
O projeto de avião hipersônico está em fase de desenvolvimento, por isso ainda não existe um protótipo funcional. O que a companhia mostrou no evento foi apenas um modelo do que poderia vir a ser o design final do avião. Vale destacar, entretanto, que Kevin Bowcutt, cientista líder de projetos hipersônicos na Boeing, explicou que ainda é cedo para ter um design finalizado para o veículo.
O interessante desse projeto, é o seu sistema de propulsão. O avião usaria turbinas tradicionais para chegar até Mach 3 e, a partir daí, um novo formato de propulsão seria ativado. Isso acontece porque em velocidades equivalentes a Mach 3 ou superiores, a pressão do ar na entrada das turbinas é tão grande que não se faz mais necessário o uso de hélices para forçar a entrada do ar nos “motores”. Dessa forma, um formato de turbina sem hélice entraria em ação, aumentando a velocidade do avião exponencialmente.
Desenvolver uma aeronave que decola, acelera através de Mach 1 e vai até Mach 5 ou mais é um problema realmente difícil
“Desenvolver uma aeronave que decola, acelera através de Mach 1 e vai até Mach 5 ou mais é um problema realmente difícil”, disse Bowcutt ao Aviation Week durante SciTech. “O impulso específico de um motor que respira ar diminui com velocidade crescente, portanto você precisa tonar a turbina maior para chegar até Mach 5. Mas fazer isso significa ter uma entrada de ar maior, bem como um bocal/saída maior, e chegar a Mach 1 dessa forma é mais difícil”, explicou.
Por conta disso, o avião precisa de um sistema de propulsão combinado. Um formato faz a aeronave decolar e acelerar até metade do caminho e, quando não consegue mais ser efetivo, o segundo modelo toma conta da situação. Não temos informações mais concretas, contudo, sobre a forma de alternância entre esses dois formatos.
Força Aérea dos EUA vai usar drones

Força Aérea dos EUA vai usar drones com IA para auxiliar pilotos em combate
A Força Aérea dos EUA lançou um programa chamado Skyborg, onde pretende utilizar drones dotados de inteligência artificial para ajudar os pilotos a obter mais sucesso em suas missões. Ainda em sua fase inicial, o programa não formulou o que, exatamente, esses drones vão desempenhar, nem como eles vão fazer isso.
Na verdade, a Força Aérea emitiu um comunicado à impressa, informando que está realizando uma pesquisa junto à indústria tecnológica, para mapear as tecnologias disponíveis para esses equipamentos e criar um conceito de análise de operações para o programa.
Na prática, a organização está consultando especialistas, para ter uma noção do que os drones baseados em IA são capazes, além de realizar possíveis requisições.
No início de março (2019), o secretário assistente de aquisição, tecnologia e logística da Força Aérea, Will Roper, disse que o ideal é que os drones se tornem uma espécie de assistente para os pilotos, assim como o R2D2 é para o Luke Skywalker, se referindo à dupla do filme Guerra nas Estrelas.
Já no dia 15 de março, após uma solicitação de informações à Força Aérea, ela havia informado que espera que o sistema seja capaz de sinalizar sobre situações de risco para o piloto, evitem outras aeronaves, condições meteorológicas desfavoráveis e outros obstáculos, além de poder levantar voo e aterrissar de forma autônoma. Outra exigência é que o controle possa ser operado por pessoas sem qualquer experiência com esse tipo de equipamento, prevendo, talvez, uma situação de emergência.
A Força Aérea ainda pede que as empresas enviem partes separadas de arquitetura de voo. A ideia é que ela própria possa desenvolver dispositivos modulares e adaptáveis às diferentes situações. Sendo assim, dependendo da missão, o drone só seria equipado com os sensores úteis à ocasião. Isso o tornaria mais leve, ágil e ainda ajudaria a poupar bateria.
A organização pretende começar a testar protótipos do Skyborg em 2023.
Fontes
Drones são usados como armas

Drones são usados como armas por rebeldes Iêmen
O Iêmen vive em estado de guerra desde 2015, com forças governamentais e rebeldes da milícia Houthi se enfrentando diariamente. Milhares de pessoas já morreram nesse conflito, que ainda envolve Irã e Arábia Saudita, e de acordo com o The Wall Street Journalesse número pode aumentar pelo fato de o segundo grupo usar drones como armas.
Segundo a publicação, oficiais sauditas afirmaram já terem derrubado mais de 140 drones e que essa tecnologia está evoluindo cada vez mais por ser empregada como arma ou objeto de rastreamento de área para o uso de ataque aéreo posteriormente.
“A tecnologia deles evoluiu rapidamente de pequenos drones para modelos com formatos de avião denominados como UAV-X pelos investigadores das Nações Unidas e que podem viajar mais de 1.400 quilômetros a 240 km/h”, diz o texto do jornal.
Ameaça crescente
Ainda conforme o WSJ, os Houthis vêm se tornando um dos grupos militares mais adeptos ao uso de drones e aparentemente estão recebendo apoio do Irã nesse sentido. Outro detalhe mencionado é que a própria organização rebelde já declarou ter usado esse tipo de equipamento em alguns de seus ataques, como o realizado em uma refinaria de petróleo em Riyadh, na Arábia Saudita.
Fontes
P600 AEW
P600 AEW: o primeiro jato militar da Embraer após fusão com a Boeing
O P600 AEW foi apresentado no Salão Aeronáutico de Le Bourget, em Paris. A aeronave é o primeiro item com intuito militar fabricado pela Embraer Defesa e Segurança após a criação da Boeing Brasil — Commercial, empresa que surgiu em decorrência da compra da divisão comercial da Embraer.
O jato de alerta e inteligência foi desenvolvido com base na plataforma do Praetor 600. Compacto, ele conta com 8,7 mil km de alcance máximo na opção civil, mas é provável que a versão militar atinja algo em torno de 7,5 mil km devido ao peso dos equipamentos e sistemas.

Tecnologia na construção
De acordo com as informações divulgadas pela fabricante, a produção do avião será feita por meio de uma parceria com a companhia israelense Elta Systems, que será a responsável por entregar o vasto sistema eletrônico do modelo: sensores de inteligência, de vigilância e de coleta de informações e sistema eletrônico de quarta geração que conta, por exemplo, com radar de alerta antecipado ELM-2096.
Já a Embraer tomará conta da produção técnica do jato, dos sistemas de comunicação, dos recursos de terra e da integração de sistemas. A companhia destaca também que a configuração do acordo de cooperação será de um trabalho meio a meio entre as empresas envolvidas.
Outro ponto reforçado pela própria Embraer é que o modelo militar P600 AEW tem como foco um mercado que tem crescido nos últimos anos, o de aeronaves de inteligência, reconhecimento e vigilância. E isso é facilmente percebido quando avaliamos os investimentos em inteligência artificial feitos no jato e que permitirão comunicação por satélite, enlace de dados e recursos de guerra focados em rede (NCW).
Esse novo modelo conseguirá, por exemplo, realizar ações de monitoramento trazendo imagens de atividades aéreas em setores que estão fora da cobertura de radares terrestres, de forma a contribuir em missões de alerta antecipado, defesa, vigilância marítima, entre outros.
Fontes
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